O Poder da Amizade *ou My Little Pony*

12 03 2017

Alguns anos atrás eu meio que me interessei em assistir My Little Pony. Sem nenhum motivo aparente, apenas achava aquilo bonitinho e fiquei curioso. Mas como sempre protelei e fui deixando pra lá. Mas ano passado o Kinder Ovo veio com surpresas do desenho, e acabei (também por motivos de achei as surpresas bonitinhas) colecionando, e consegui todas as quatro pôneis e as quatro Equestria girls da coleção. Depois disso acabei cedendo à vontade de assistir ao desenho de uma vez por todas.

Foi aí que percebi que demorei demais pra começar a assistir.

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My Little Pony, basicamente, trata da história de Twilight Sparkle, uma pônei (na verdade unicórnio) que é mandada da cidade de Canterlot, onde ela era aprendiz da Princesa Celéstia até Ponyville, uma cidade tipicamente interiorana. Twilight só pensava em seus estudos e não ligava muito para amizades. Mas em Ponyville ela conhece outras pôneis e passa a aprender o valor que a amizade tem, vivendo diversas aventuras ao lado de suas novas amigas Rainbow Dash, Applejack, Rarity, Fluttershy e Pinkie Pie, além do seu fiel ajudante (e amigo) Spike, um dragão bebê.

Eu ainda estou na segunda temporada, mas tudo o que vi até agora me agradou. Superficialmente parece um desenho bobo e infantil, mas o humor leve e agradável, aliado aos aprendizados sobre a importância da amizade tornam esse desenho algo a que pessoas de qualquer idade pode acabar se afeiçoando.

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Enfim, fica aqui a dica: deem uma chance a essa história tão divertida e interessante!

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A Cidade Onde Só Eu Não Existo *ou Erased*

12 06 2018

Quem me conhece sabe que eu, de verdade, não gosto muito de séries. Sim, existem algumas que eu assisto (mas consigo contar sem esforço: Game of Thrones, Sherlock, Doctor Who, Agents of S.H.I.E.L.D. e Brooklyn Nine-Nine, que eu oficialmente ainda estou assistindo, sendo que apenas Game of Thrones estou em dia), mas mesmo assim é difícil eu me prender a uma série que começo (posso enumerar aqui algumas que simplesmente perdi interesse em algum momento: The Following, Heroes, Gotham e Once Upon a Time) e algumas que eu simplesmente coloquei em pausa por tempo indeterminado (casos de Westworld e Ash vs Evil Dead). Mas um mangá que eu comecei a ler por curiosidade acabou me levando a uma série live action, produzida pela Netflix no ano passado e que me prendeu completamente: falo de Erased (que na verdade se chama Boku Dake ga Inai Machi).

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Essa série fala sobre Fujinuma Satoru, um rapaz que sonha em ser um mangaká, mas até seus 29 anos ainda não conseguiu fazer um mangá seu ser lançado. Assim, ele vive sozinho em Tokyo e trabalha como entregador de pizza. Numa dessas entregas ele tem um fenômeno que ele chama de “revival”, onde Satoru volta no tempo em um período de um a cinco minutos, sempre ativado pelo fato de alguma tragédia estar próxima de acontecer próxima a ele. Após uma tragédia ocorrer a ele seu “revival” é ativado, porém ele volta cerca de 18 anos no tempo. Ele precisa evitar que algo nesse tempo de sua vida ocorra, o que impediria essa tragédia ocorrer em seu futuro/presente.

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Falando assim parece um plot simples, mas a história, suas reviravoltas e as atuações pra lá de ótimas te prendem de uma maneira única (pelo menos ocorreu comigo, ao postar esse texto estou apenas pelo episódio final para encerrar a série). Eu dei uma sinopse simples, citando apenas Satoru para não dar nenhuma informação que possa influenciar ao assisti-la. Eu recomendo fortemente que aqueles que curtem uma boa série dê uma chance a essa. São 12 episódios de cerca de meia hora cada, então vale a pena até maratonar!





Um Pequeno Agradecimento

9 05 2018

Eu normalmente gosto de ser mais engraçadão nos meus textos, mas hoje vou ser um pouco sucinto e só agradecer um cara.

Eu acabei não tentando ser um jornalista porque sei como é complicado entrar no meio, mas sempre mantive o espírito da coisa, seja pesquisando sobre assuntos que me interessa, lendo o máximo possível notícias pra me manter informado e, principalmente, escrevendo nesse blog (hoje muito menos por falta de tempo) sobre uma das coisas que mais gosto: cinema. E existe um cara que é o “culpado” por eu gostar tanto de falar de filmes e sempre pesquisar o máximo sobre eles: Roberto Sadovski. Desde a época em que ele era editor da (infelizmente) finada revista Set, que eu consumia como um apaixonado mensalmente, e foi o motivo pelo qual que criei um gosto por falar sobre filmes e coisas assim. Mesmo não gostando tanto do resultado do que costuma sair nesses textos eu continuo tentando, tanto aqui no blog (hoje quase morto) e de vez em quando no Facebook. Eu queria ter mais tempo pra escrever sobre o que tanto gosto, mas o que eu ainda consigo me mantém feliz.

Valeu mesmo, Sadovski!





A Cidade dos Mistérios *ou Gravity Falls*

1 02 2018

Já tratei bastante aqui de My Little Pony. Hoje vou tratar de outro desenho que, diferentemente da fofura das pôneis, tem todo um apelo à importância da família e mistérios incríveis.

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Gravity Falls, criado por Alex Hirsch, é um desenho que teve suas duas temporadas transmitidas pelo canal Disney XD (tanto nos EUA quanto aqui no Brasil) e hoje também se encontra na Netflix. A história dos gêmeos Mabel e Dipper Pines, que vão à pacata (apenas ao primeiro olhar) cidade de Gravity Falls, no Oregon, passar o verão na casa de seu tio avô Stan Pines. Dipper encontra enterrado um diário (com um número 3 na capa), e passa a lê-lo. Lá ele encontra diversos mistérios que o enigmatico autor deixa nas páginas, com diversos avisos e explicações sobre cada um deles. Dipper e Mabel passam a viver diversas aventuras graças a isso, com mistérios cada vez mais insanos aparecendo.

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Como eu disse no Facebook logo que terminei a série, Gravity Falls é uma história linear, com episódios que se conectam quase o tempo todo, sendo impossível tentar assistir episódios aleatórios sem ficar definitivamente perdido. Apesar de aparecerem diversos seres diferentes, o vilão aparentemente seria um que dá as caras logo na primeira metade da primeira temporada. Porém o verdadeiro vilão só dá as caras no final da primeira temporada, mas na segunda temporada fica claro que ele já está nesse jogo há eras, esperando a chance de enfim colocar seu plano em ação. No quesito personagens, tanto o núcleo principal (basicamente todo mundo na Cabana dos Mistérios: Mable, Dipper, tivô Stan, Soos e Wendy) até os recorrentes, como Robbie, Pacífica ou Gideãozinho tem um carisma enorme, mesmo que seja um carisma que faça com que detestemos alguns deles por muito tempo. A trama é bastante coesa, com algumas reviravoltas interessantes (e um plot twist espetacular na metade da segunda temporada, definitivamente o melhor episódio da série).

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Esse desenho o tempo todo deixa claro que não é pra crianças, tanto que sua fanbase é basicamente de adultos (crianças também gostam, como pude comprovar quando comprei meu Journal 3 e crianças viam todas empolgadas outros dois livros de Gravity Falls que estavam junto). E faz todo sentido: a história, por mais que tenha ali seus momentos mais bobos (graças a Soos e Mabel) tem também toda uma camada mais densa, que crianças em divesos momentos não compreenderiam.

Infelizmente (acho que isso é um sentimento de todo o fandom) a série acabou na segunda temporada. Teve um final digno e emocionante, dando um “gancho” pra se continuar no futuro (dizem que pode rolar uma sequência em HQ, o que espero ser verdade). É difícil entender como a série acabou assim, pois ela tinha um potencial pra se estender por um bom tempo ainda. Mesmo assim a forma como acabou me deixa satisfeito se não rolar uma continuação.

Gravity Falls vai ficar no meu coração pra sempre, isso eu tenho certeza.

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Viva: A Vida é um Coco

30 01 2018

Todos nós sabemos que a parceria Disney/Pixar costuma render filmes maravilhosos e emocionantes (tá certo que aparecem uns tropeços no caminho, mas são raros). E o mais novo filme dessa parceria vai no caminho do sucesso absoluto, algo mais Divertida Mente e menos Carros 3.

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Viva: A Vida é uma Festa (Coco no original) traz a história de Miguel, um garoto de uma família de sapateiros (há pelo menos quatro gerações), mas que tem o sonho de ser um músico de sucesso, como seu grande herói Ernesto de la Cruz, o maior músico da história do México. Eu estava digitando um resumo do filme, mas vou completar a sinopse. Miguel acaba indo parar no mundo dos mortos, e vive lá grandes aventuras em busca de seu ídolo e retornar ao mundo dos vivos.

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Não preciso dizer nada além disso, senão poderia estragar o filme. No começo tudo parecia normal. Só parecia. O desenho é Pixar de qualidade de ponta a ponta, com uma história cativante e emocionante, e personagens que te cativam sem esforço algum, além de músicas excelentes. Eu fiquei enrolando, mas AINDA BEM que vi no cinema, senão seria um daqueles que passaria a vida me arrependendo de não ter visto em tela grande.

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Outra nota aqui vai pra dublagem brasileira, MUITO boa como costuma acontecer em animações (sejam longas ou séries, normalmente o Brasil tem uma das melhores dublagens do mundo), sendo o motivo maior de eu SEMPRE abrir exceção para animações dubladas no cinema (filmes eu tenho uma resistência ENORME, mas os últimos filmes que vi no cinema tinham também ótimas dublagens).

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Esse será outro na minha coleção de DVDs num futuro (não tão) próximo, e não vejo a hora de assisti-lo outra vez!





A DC no Cinema, Dez Anos Depois de The Dark Knight

22 01 2018

Em setembro de 2008, cerca de um mês e meio após a estréia de Batman: O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight) eu resolvi escrever sobre o filme, desde o momento que sucedeu o fim de Batman Begins, passando pela escolha de Heath Ledger para o papel do Coringa, sua morte prematura meses antes da estreia do filme e, quando enfim o filme chegou aos cinemas, e pudemos ver uma obra prima e uma atuação magistral de Ledger, que acabou sendo premiado postumamente em diversas premiações, incluindo um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Hoje completa dez anos da morte de Ledger, graças a uma overdose acidental de remédios que ele ingeriu (dizem que ele começou a toma-los graças a loucura que foi sua preparação para viver o Coringa, mas nunca confirmaram isso… e hoje eu acho pouco provável também). Como o texto de 2008 já disse muito sobre o filme à época, vou falar mais sobre como ele está dez anos depois, e como ele (e a trilogia Batman de Christopher Nolan) acabou sendo uma bênção e uma maldição para a DC nos cinemas.

A visão mais sombria de Nolan foi certeira para essa trilogia, num momento onde só tínhamos ali os filmes do Homem Aranha e dos X-Men como parâmetro (e um péssimo Superman: O Retorno na conta da DC), e a Marvel dando o pontapé inicial do que ficaria conhecido como o Marvel Cinematic Universe com Homem de Ferro (até então era apenas uma aposta da Marvel, que deu muito certo, como dez anos puderam provar). A criação, o auge, a queda e a redenção do Morcego em três atos foi um marco na história do cinema, e que levou a mesma DC a convocar Nolan como produtor de seu reinício do Superman, com Homem de Aço (vivido por Henry Cavill e dirigido pelo “visionário diretor de 300” Zack Snyder). O problema é que a visão mais dark do Superman provou-se um erro, já que o personagem é praticamente a luz de esperança que a DC tem, e então Nolan decidiu se afastar mais do que então ficou conhecido como DC Extended Universe, no que agora sabemos ser uma falha IMENSA da DC de querer fazer o mesmo que a Marvel fez, sendo que no começo a própria DC disse que não era o jeito deles de fazer as coisas.

Bom, após Homem de Aço tivemos ainda Batman vs Superman, Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha e Liga da Justiça, onde apenas Mulher Maravilha escapou do massacre da crítica (e de grande parte do público), sendo que esses filmes só são mesmo defendidos pelos fãs da DC (que muitas vezes se provam desprovidos de uma crítica mais sensata, se bem que os fãs da Marvel também sofrem desse problema). Ao perceber que foi tudo um grande erro, agora a DC está revendo o DCEU, e pretende lançar mais filmes fechados (que normalmente são um acerto) e ainda não sabem bem o que fazer com a história até agora, principalmente com o lançamento em 2018 do filme solo do Aquaman.

Agora, falando mais um pouco sobre The Dark Knight após esses dez anos. Esse é um filme que vai continuar envelhecendo bem, porque é uma obra tão bem encaixada, com um enredo pra lá de incrível, cenas espetaculares (principalmente as filmadas em IMAX) e uma execução geral que eu só fui ver novamente em Mad Max: Fury Road, praticamente sete anos depois. Eu imagino que mesmo a DC/Warner conseguirá, dificilmente, fazer um filme daquele nível dentro do seu universo, seja ele estendido ou fechado. Eu gosto de certos detalhes nos filmes do DCEU (menos em Esquadrão Suicida, esse nada escapa). Homem de Aço é um filme subestimado, com o melhor vilão da DC pós trilogia do Nolan (e pra mim um dos melhores vilões dos filmes de herói nesses dez anos, entre DC, Marvel ou outras). Batman vs Superman teve momentos bacanas, como a Mulher Maravilha ou até mesmo a batalha contra o Apocalypse. Mulher Maravilha era pra ser o melhor filme do DCEU até agora, mas com um terceiro ato MEDÍOCRE e um vilão horrível o filme perdeu MUITA força, mas mesmo assim considero o segundo melhor do DCEU. Liga da Justiça foi um filme divertido, com o verdadeiro Superman finalmente dando as caras e acaba sendo o melhor dessa leva até o momento.

Agora o que podemos fazer é esperar a DC ressurgir das cinzas, ou apenas continuarmos apostando nas animações que ela faz, que normalmente são incríveis!





Desabafo Maravilha

13 01 2018

Eu juro que tentei aguentar o máximo. Suportei diversos momentos de pura campanha exagerada e absurda. Até concordei que era um bom filme. Mas o Critics Choice Awards me fez explodir.

Mulher Maravilha como melhor filme de ação, concorrendo com Logan e Planeta dos Macacos: A Guerra??? Ainda haviam Thor: Ragnarok e Baby Driver na disputa, mas esses dois, por mais que eu ache melhor que Mulher Maravilha, ainda aceitaria. Agora… Logan e Planeta dos Macacos é INADMISSÍVEL.

Mulher Maravilha, como uma arma de campanha, pode até ser aceitável. Agora, levar ele como um filme de ação melhor do que uma obra prima como Logan e um filme incrível como Planeta dos Macacos? Desculpa, não tem como. É absurdo. É ridículo. É ERRADO.

O filme tem uns bons momentos, como a cena nas trincheiras (essa posso até considerar a melhor cena do DCEU até agora), e uma construção de relacionamento bacana entre ela e o Steve Trevor. Mas o terceiro ato INTEIRO do filme é um erro. O vilão é tão péssimo quanto o Steppenwolf de Liga da Justiça ou quase todos os vilões do MCU. A conclusão da história é ridícula. Eu tenho pra mim que o filme levou esse prêmio mais pela carga de críticas à falta de mulheres nas premiações (que em certo nível concordo) do que pela qualidade em si da obra.

Foi um desabafo que estava guardado desde que começaram a campanha pelo Oscar para o filme e sua diretora, e que exacerbou nesse Critics Choice à ponto de eu pegar birra definitiva do filme.





Um pouco sobre as HQs de My Little Pony

5 07 2017

Finalmente li as duas HQs de My Little Pony, lançadas por aqui pela Panini (POR FAVOR, TRAGAM AS OUTRAS U_U).

As duas histórias presentes nas HQs se passam entre a derrota da Rainha Chrysalis (no fim da primeira temporada) e a transformação de Twilight em princesa (no final da terceira temporada).

No volume um temos o retorno da Rainha Chrysalis, mas dessa vez ela não busca exatamente o controle de Equestria, e sim uma vingança contra as Mane Six. Com seu exército de changelings ela se infiltra em Ponyville e sequestra as Cutie Mark Crusaders. Cabe então a Twilight Sparkle, Rarity, Rainbow Dash, Applejack, Fluttershy e Pinkie Pie cruzarem parte de Equestria, vencer Chrysalis e salvar Apple Bloom, Scootaloo e Sweetie Belle.

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No volume dois as Mane Six estão tendo pesadelos, e procuram a ajuda das princesas Celestia e Luna. As princesas chegam em Ponyville, onde Luna diz não saber ao certo o que pode ser, mas tem a impressão de ser o poder de Nightmare Moon ganhando forças novamente. Durante uma tentativa de resolver o problema Rarity é capturada por essa força e levada para a Lua. Luna, Spike, Twilight, Rainbow, Applejack e Fluttershy partem então para a Lua para tentar resgatar Rarity e impedir de vez que as forças de Nightmare Moon cresçam e tentem um novo ataque à Equestria.

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O curioso dessas HQs é que elas parecem se preocupar justamente com um público mais maduro, já que em ambas as histórias o clima chega a ser um pouco mais denso do que o (quase) sempre colorido e feliz do desenho. E os traços das duas vilãs são mais impressionantes, principalmente Chrysalis que em dado momento parece MESMO assustadora.

E obviamente temos um ou outro easter egg espalhados pelas páginas, fazendo jus aos ótimos easter eggs da série animada.

Nos Estados Unidos as HQs já estão em volumes bem avançados. Friendship is Magic já está pra sair o volume 56, Legends of Magic o volume 4 e existem outras HQs saindo por lá, todas pelo selo IDW. Uma prequel do filme também está saindo lá, mostrando o passado de Storm King.

Pra mim o ponto alto das duas HQS foi, definitivamente, uma frase da Rainha Chrysalis durante a batalha com Twilight Sparkle, que provavelmente vou carregar pra vida: “Pffff! Amor. Amor é instável. Amor pode mudar. Amor pode ser consumido e os pedaços de um coração partido são espalhados como sementes.”.

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