Trocando Ideia sobre o Rei

10 11 2018

Por mais de uma vez eu disse por aqui que pretendia falar mais sobre o Stephen King do que comentários sobre filme ou livro. Então vou fazer isso agora, mesmo que seja pra não falar tanto assim sobre algo além de livros e filmes.

Stephen Edwin King nasceu em Portland, Maine em 1947. Cresceu sem o pai, que abandonou a ele, sua mãe e seu irmão adotivo. Apesar de várias dificuldades ele cresceu lendo e se interessando pelo mundo do terror com quadrinhos e filmes. Ele estudou inglês na Universidade do Maine, onde se formou e conheceu sua esposa, Tabitha. Passou a lecionar e fazer pequenos contos para vender a revistas para poder cuidar de sua esposa e filhos. Isso mudou quando “Carrie” foi lançado em 1974. Após isso seu sucesso foi meteórico, e está em alta até hoje!

King, obviamente, focou eu seu estilo favorito, o terror (e também o suspense). Mas é aí que eu queria chegar nesse texto. King também tem obras maravilhosas em outros estilos. Quem não é acostumado a King (ou tem um amigo que nem eu que vive falando dele) normalmente se assusta ao saber que “À Espera de um Milagre” é baseado em um livro de King. Normalmente também se assustam quando falam o mesmo de “Um Sonho de Liberdade” ou o clássico dos anos 80 “Conta Comigo”. Existem outros exemplos menos conhecidos como “Eclipse Total” (Dolores Clairborne) ou “Lembranças de um Verão” (Hearts in Atlantis). Recentemente ele inclusive se arriscou numa trilogia policial (a trilogia Bill Hodges), que gerou a série “Mr. Mercedes”. Mas ainda são suas obras de terror e suspense que sempre vêm à tona quando falamos dele.

Nos últimos tempos tivemos uma explosão de adaptações de King no cinema e na tv e streamings. “IT” veio batendo recordes de bilheteria no gênero terror; “O Nevoeiro” teve uma temporada que dividiu crítica e público e foi cancelado; “Novembro de 63” foi uma minissérie que teve um certo sucesso, assim como “Castle Rock” e a já citada “Mr. Mercedes”. “A Torre Negra” foi um fracasso de crítica e público, mas ainda falam sobre uma futura série vir por aí; a Netflix trouxe na sequência “Jogo Perigoso” e “1922”; no ano que vem temos já engatilhados a sequência de “IT” e o aguardado remake de “Cemitério Maldito”. E também existem diversos projetos engatilhados, como adaptações de “Joyland”, “Revival”, “Doutor Sono” (sequência do clássico “O Iluminado”), entre outras. E como King é uma máquina de escrever histórias devemos ter outras por aí em breve.

Eu resolvi começar a ler King na época do lançamento de “Celular” (que teve uma adaptação péssima pras telas), e de lá pra cá meio que já perdi as contas de quantas obras dele eu li (mas estou na casa dos 50 livros lidos, se não estiver enganado). Se eu fosse fazer um Top 5 dele ainda teria sérias dificuldades, mas talvez seja um projeto futuro.

Bom, era isso que eu tinha a dizer sobre o Rei. É, e sempre será, meu autor favorito!

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A Cidade dos Mistérios *ou Gravity Falls*

1 02 2018

Já tratei bastante aqui de My Little Pony. Hoje vou tratar de outro desenho que, diferentemente da fofura das pôneis, tem todo um apelo à importância da família e mistérios incríveis.

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Gravity Falls, criado por Alex Hirsch, é um desenho que teve suas duas temporadas transmitidas pelo canal Disney XD (tanto nos EUA quanto aqui no Brasil) e hoje também se encontra na Netflix. A história dos gêmeos Mabel e Dipper Pines, que vão à pacata (apenas ao primeiro olhar) cidade de Gravity Falls, no Oregon, passar o verão na casa de seu tio avô Stan Pines. Dipper encontra enterrado um diário (com um número 3 na capa), e passa a lê-lo. Lá ele encontra diversos mistérios que o enigmatico autor deixa nas páginas, com diversos avisos e explicações sobre cada um deles. Dipper e Mabel passam a viver diversas aventuras graças a isso, com mistérios cada vez mais insanos aparecendo.

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Como eu disse no Facebook logo que terminei a série, Gravity Falls é uma história linear, com episódios que se conectam quase o tempo todo, sendo impossível tentar assistir episódios aleatórios sem ficar definitivamente perdido. Apesar de aparecerem diversos seres diferentes, o vilão aparentemente seria um que dá as caras logo na primeira metade da primeira temporada. Porém o verdadeiro vilão só dá as caras no final da primeira temporada, mas na segunda temporada fica claro que ele já está nesse jogo há eras, esperando a chance de enfim colocar seu plano em ação. No quesito personagens, tanto o núcleo principal (basicamente todo mundo na Cabana dos Mistérios: Mable, Dipper, tivô Stan, Soos e Wendy) até os recorrentes, como Robbie, Pacífica ou Gideãozinho tem um carisma enorme, mesmo que seja um carisma que faça com que detestemos alguns deles por muito tempo. A trama é bastante coesa, com algumas reviravoltas interessantes (e um plot twist espetacular na metade da segunda temporada, definitivamente o melhor episódio da série).

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Esse desenho o tempo todo deixa claro que não é pra crianças, tanto que sua fanbase é basicamente de adultos (crianças também gostam, como pude comprovar quando comprei meu Journal 3 e crianças viam todas empolgadas outros dois livros de Gravity Falls que estavam junto). E faz todo sentido: a história, por mais que tenha ali seus momentos mais bobos (graças a Soos e Mabel) tem também toda uma camada mais densa, que crianças em divesos momentos não compreenderiam.

Infelizmente (acho que isso é um sentimento de todo o fandom) a série acabou na segunda temporada. Teve um final digno e emocionante, dando um “gancho” pra se continuar no futuro (dizem que pode rolar uma sequência em HQ, o que espero ser verdade). É difícil entender como a série acabou assim, pois ela tinha um potencial pra se estender por um bom tempo ainda. Mesmo assim a forma como acabou me deixa satisfeito se não rolar uma continuação.

Gravity Falls vai ficar no meu coração pra sempre, isso eu tenho certeza.

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O Girl Power de My Little Pony

20 06 2017

O feminismo é um assunto o qual eu não trataria aqui de forma mais sucinta porque não estou dentro dele, então vou apenas usar meu único motivo pra textos recentemente pra tratar sobre o assunto de forma breve.

Muito vem sendo dito sobre a “revolução” causada pelo filme da Mulher Maravilha, como a personagem finalmente deu voz e imagem ao movimento na tela como nunca antes foi visto (exceto, talvez, por Xena, Sarah Connor, Ripley, Lara Croft, Barbarella, Tank Girl, Aeon Flux, Alice… acho que cada vez que penso a lista aumenta, mas ok), e em animações temos recentemente Korra em Avatar: A Lenda de Korra (que ainda vai além, tratando sobre relacionamento homoafetivo de uma forma simplesmente incrível). Mas existe ainda outra obra que eu venho falando onde isso é tratado de forma talvez sutil, mas ainda mais interessante: sim, estou falando de My Little Pony.

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Praticamente 100% das personagens principais são garotas (as Mane Six, as Cutie Mark Crusaders, as princesas e até as vilãs, dando aqui exceção a Discórdia, Rei Sombra e Lorde Tirek entre os principais vilões da série). Até mesmo em Equestria Girls sempre temos uma vilã (ou antagonista) em todos os filmes: Sunset Shimmer no primeiro, As Dazzlings no segundo, Midnight Sparkle no terceiro (apesar de nesse caso eu apostar mais na diretora Cinch como a verdadeira antagonista) e Gloriosa Daisy no quarto. Entre os personagens ditos principais temos apenas DOIS do sexo masculino: o dragão bebê Spike e Big McIntosh, irmão da Applejack.

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Dando mais ênfase às Mane Six, cada uma das personagens tem uma importância dentro do todo, principalmente quando se trata dos Elementos da Harmonia: a honestidade de Applejack, a bondade de Fluttershy, o bom humor de Pinkie Pie, a generosidade de Rarity, a lealdade de Rainbow Dash e a mágica de Twilight Sparkle. Cada elemento separado é o que conduz a personalidade delas, mas unidas elas tem poder o suficiente para derrotar os mais diversos vilões, desde Nightmare Moon no início da série até mesmo as tropas changeling da Rainha Chrysalis. Juntas elas conseguem o poder da amizade, que é o principal foco (mas não o único) da série. Outro ponto interessante é a falta de relacionamentos amorosos das personagens. Em momento algum isso é empurrado goela abaixo do espectador (exceto talvez na busca pelo príncipe encantado de Rarity, mas isso aparece em pouquíssimos episódios). As pôneis são independentes e nunca precisam de uma ajuda extra masculina (e quando isso ocorre é de um modo sutil, mas isso não vem ao caso agora).

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Tratando das princesas, elas são a realeza de Equestria. A única vez que vemos um REI sendo citado é o vilanesco Rei Sombra, que foi combatido E vencido por Celestia e Luna no passado, e depois pelas Mane Six no retorno do Reino de Cristal. Cada princesa tem sua parte no todo: Celestia governa e traz o Sol toda manhã, Luna auxilia sua irmã e traz a Lua toda noite e Cadance é a soberana no Reino de Cristal, ao lado de seu amado Shining Armor. E aqui vai outro ponto: a importante É Cadance, Shining Armor é apenas seu esposo e auxilia como pode com sua magia.

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E mesmo com isso tudo vemos que não é o feminismo sendo forçado, e sim tratado com naturalidade, mostrado que a mulher tem SIM sua força e importância, mas não de modo brusco. E isso é uma das coisas que me faz admirar essa série.





The Songs of Equestria

10 06 2017

Tudo o que já falei sobre My Little Pony é legal, mas tem algo que é parte importantíssima da série e até agora não tratei: as músicas. Em boa parte dos episódios as músicas dizem muito sobre a situação ou o sentimento das personagens. Vou colocar aqui algumas das minhas preferidas até agora (quinta temporada). E depois faço outro sobre as músicas de Equestria Girls, que também são excelentes!

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This Day Aria
Twilight Sparkle é surpreendida por um convite de casamento: Cadence,a única amiga de infância (e que também era babá dela) vai se casar com seu irmão mais velho, Shining Armor! Twilight fica brava a princípio por não ter sido avisada antes, mas depois fica super feliz com o casório. Mas ela passa a estranhar o comportamento de Cadence (que insiste em ser chamada por seu verdadeiro nome, Mi Amore Candenza). Twilight então passa a perceber que ela está fazendo algo a seu irmão, e tenta impedir. Como ela é desacreditada na situação acaba desistindo, porém Cadence se mostra mesmo má e acaba mandando Twilight pra um lugar longe. Lá Twilight acaba encontrando a verdadeira Cadence, e elas passam a tentar fugir da caverna em que estão para impedir o casamento. O “dueto” entre as duas Cadence (a verdadeira e a que tomou o lugar dela, e logo depois é mostrado quem é ela) é incrível. Mas não apenas por isso, e sim pelas disparidades entre o verdadeiro amor da Princesa Cadence pelo Shining Armor e todo o desprezo pela situação da Cadence falsa, mas que mesmo assim quer aproveitar ao máximo a situação e, mesmo “não tendo lugar em seu coração” ainda quer o noivo só pra ela.

Vídeo de This Day Aria

 

The Pony I Want to Be
Diamond Tiara é uma potrinha de família rica, e por isso passa quase cinco temporadas aporrinhando as Cutie Mark Crusaders por elas serem, como ela mesma diz, “flancos lisos” (Sweetie Belle, Scootaloo e Apple Bloom são chamadas de Cutie Mark Crusaders justamente porque estão em busca de suas cutie marks). Em dado momento Diamond Tiara perde uma eleição na escola pro potrinho que era apoiado pelas Crusaders, e a mãe dela não fica nada satisfeita. É aí que ela canta essa canção, e todos (principalmente as Crusaders) passamos a entender que, no fundo, Diamond é apenas alguém que sofre uma enorme pressão por parte dos pais e não consegue ser ela mesma. Impossível não achar a canção tocante.

Vídeo de The Pony I Want to Be

The Magic Inside
Countess Coloratura é a maior “diva pop” de Equestria. Em dado momento, Pinkie Pie consegue chamá-la para um festival beneficente em Ponyville. Mas aí descobrimos que Applejack era amiga dela de infância, e fica feliz de revê-la tanto tempo depois. O que Applejack não compreende é como ela mudou tanto, até que ela percebe que é tudo graças ao seu empresário Svengallop, que usa do sucesso dela pra conseguir tudo o que quer. Applejack resolve mostrar isso a Coloratura, que fica revoltada com Svengallop, principalmente porque ele não apoia o gosto de Coloratura por ajudar outros pôneis como pode. Ela então canta essa canção após Applejack relembrá-la que o que importa mesmo é o que ela tem dentro de si. Pesquisando sobre essa canção descobri que ela é uma homenagem às canções acústicas de Lady Gaga (e isso fica claro no episódio, que é incrível!).

Vídeo de The Magic Inside

A True True Friend
Twilight Sparkle é incumbida pela princesa Celéstia de tentar completar uma magia de Star Swirl, o Barbudo. Twilight diz o que já se encontra na página do livro e vai dormir. Quando acorda todas as suas amigas estão com suas cutie marks trocadas (demonstada em outra música divertidíssima: What My Cutie Mark is Telling Me). Twilight tenta então entender o que aconteceu, e nem mesmo Zecora consegue auxiliá-la com uma poção pra reverter o ocorrido. Num estalo repentino ela então percebe como resolver a situação: levar cada pônei a relembrar seus verdadeiros “eus”. Assim uma a uma elas vão recuperando suas próprias cutie marks, enquanto vão cantando sobre a importância da verdadeira amizade e estar sempre lá para ajudar suas amigas.

Vídeo de A True True Friend

Hearts Strong as Horses
Os Jogos de Equestria estão chegando, e em cada cidade haverá uma competição para decidir sobre quem carregará a bandeira dela na abertura dos Jogos. As Cutie Mark Crusaders decidem que vão tentar uma apresentação incrível, mas Diamond Tiara e Silver Spoon vão tentar dar um jeito de sabotar as Crusaders para conseguirem a vaga. Na canção as Crusaders cantam sobre como juntas elas são “fortes como cavalos” e tem uma determinação inabalável para conseguir essa oportunidade e, quem sabe, também obter suas cuite marks no processo.

Vídeo de Hearts Strong as Horses

You’ll Play Your Part
Twilight Sparkle se tornou a Princesa da Amizade. Porém ela não anda muito feliz porque ela se sente como apenas uma “peça decorativa”, que não ajuda em nada como gostaria. Nesse momento ela desabafa com as princesas Celestia, Luna e Cadence sobre isso, chegando então a essa música, onde as três princesas mostram a Twilight que no momento certo ela também terá sua parte importante como princesa.

Vídeo de You’ll Play Your Part

Glass of Water
Essa entra aqui por um motivo meio besta: ela é uma das canções do Discórdia! A Princesa Cadence finalmente conseguiu um tempo para visitar Twilight em Ponyville, e Twilight faz de tudo para preparar uma recepção e um roteiro incrível para passar esse tempo junto com Cadence. Mas a equação acaba ruindo quando Discórdia aparece, dizendo estar doente e pede que Twilight cuide dele, já que Fluttershy está viajando. Ele então acaba com o passeio de Twilight e Cadence, cantando essa canção fazendo diversos pedidos em sua convelescença, porém daquele jeito que só o Discórdia consegue fazer!

Vídeo de Glass of Water

The Goof Off
É aniversário de Rainbow Dash, e Pinkie Pie está preparando uma mega festa para ela em Ponyville! O que ela não esperava era o aparecimento de Cheese sandwich, autoproclamado o maior pônei de festas de Equestria! Quando Pinkie é deixada de lado após a chegada de Cheese ela vai até sua casa se lamentar (Pinkie’s Lament, outra ótima canção) e então decide lutar com todas as forças contra Cheese para decidirem quem é o maior pônei de festas: um duelo de bobeiras! Aqui temos um charme a mais: Cheese Sandwich é dublado pelo sensacional “Weird Al” Yankovic!

Vídeo de The Goof Off

May the Best Pet Win
As amigas resolvem passear no parque com seus animais de estimação: Pinky com Gummy, Apllejack com Winona, Rarity com Opalescence, Twilight com Owlowiscious e Fluttershy com Angel. Porém Rainbow Dash não tem nenhum animal pra participar do passeio. Fluttershy então diz a Rainbow que ela tem diversos animais, e que talvez algum deles possa ser perfeito para ela. Rainbow adora a ideia e vai dar uma olhada. A música então trata de Flutteshy dando a Rainbow as mais diversas opções de animais!

Vídeo de May the Best Pet Win

Winter Wrap Up
O inverno acabou, e em Ponyville todos os pôneis ajudam a trazer a primavera, divididas em equipes: uma equipe para retirar a neve e limpar os céus, uma para acordar os animais e preparar os ninhos e afins e uma equipe de plantas para preparar as árvores e plantações para a primavera. A música explica como cada uma das equipes trabalha, enquanto Twilight vai entendendo como as coisas funcionam, pois ela quer ajudar sem utilizar sua magia, pois Ponyville foi fundada por pôneis terrestres sem a ajuda de qualquer magia.

Vídeo de Winter Wrap Up

The Perfect Stallion
Chegou o dia do coração (equivalente ao valentine’s day), e o clima de amor está no ar! As Cutie Mark Crusaders estão preparando um cartão especial para sua professora, Cheerilee. Apple Bloom diz a senhorita Cheerilee o quanto elas sentem um carinho pela professora, e dizem que esse cartão não deve se igualar ao que ela recebeu de seu alguém especial, no que Cheerilee diz que não tem ninguém assim. As Crusaders ficam abismadas e resolvem elas mesmas encontrar alguém para a professora. Na canção elas rodam Ponyville e não conseguem encontrar ninguém, até que um cavalo diz não ter nada especial para aquele dia, e as Crusaders então dizem ter encontrado o garanhão perfeito para a senhorita Cheerilee!

Vídeo de The Perfect Stallion

What My Cutie Mark is Telling Me
Twilight recebe uma incumbência da Princesa Celéstia: finalizar um feitiço criado pelo grande mago Star Swirl, O Barbudo. Twilight lê o feitiço em voz alta, nada acontece e ela vai dormir. Mas ao acordar descobre algo terrível: as cutie marks de suas amigas haviam sido trocadas! Rainbow Dash está com a cutie mark de Fluttershy, Fluttershy com a de Pinkie Pie, Pinkie com a de Applejack, Applejack com a de Rarity e Rarity com a da Rainbow Dash. Na música então cada uma das Mane Six (com exceção de Twilight Sparkle) demonstram como elas têm problemas em fazer o que precisam, mas que mesmo assim precisam tentar pois é isso que suas cutie marks significam.

Vídeo de What My Cutie Mark is Telling Me

At the Gala
Uma noite especial chegou em Canterlot! É o Grande Baile Galopante, que ocorre uma vez por ano no castelo, e as Mane Six estão se preparando para ir ao baile! Na música as pôneis deixam claro suas intenções no Grande Baile, cada qual um desejo especial: Fluttershy quer encontrar os animaizinhos do castelo, Applejack vender os produtos da Família Apple, Rarity encontrar seu príncipe encantado, Rainbow Dash vai provar seu valor aos Wonderbolts, Pinkie Pie fazer de tudo uma grande festa e Twilight Sparkle passar uma noite incrível com a princesa Celéstia.

Vídeo de At the Gala





O Poder da Amizade *ou My Little Pony*

12 03 2017

Alguns anos atrás eu meio que me interessei em assistir My Little Pony. Sem nenhum motivo aparente, apenas achava aquilo bonitinho e fiquei curioso. Mas como sempre protelei e fui deixando pra lá. Mas ano passado o Kinder Ovo veio com surpresas do desenho, e acabei (também por motivos de achei as surpresas bonitinhas) colecionando, e consegui todas as quatro pôneis e as quatro Equestria girls da coleção. Depois disso acabei cedendo à vontade de assistir ao desenho de uma vez por todas.

Foi aí que percebi que demorei demais pra começar a assistir.

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My Little Pony, basicamente, trata da história de Twilight Sparkle, uma pônei (na verdade unicórnio) que é mandada da cidade de Canterlot, onde ela era aprendiz da Princesa Celéstia até Ponyville, uma cidade tipicamente interiorana. Twilight só pensava em seus estudos e não ligava muito para amizades. Mas em Ponyville ela conhece outras pôneis e passa a aprender o valor que a amizade tem, vivendo diversas aventuras ao lado de suas novas amigas Rainbow Dash, Applejack, Rarity, Fluttershy e Pinkie Pie, além do seu fiel ajudante (e amigo) Spike, um dragão bebê.

Eu ainda estou na segunda temporada, mas tudo o que vi até agora me agradou. Superficialmente parece um desenho bobo e infantil, mas o humor leve e agradável, aliado aos aprendizados sobre a importância da amizade tornam esse desenho algo a que pessoas de qualquer idade pode acabar se afeiçoando.

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Enfim, fica aqui a dica: deem uma chance a essa história tão divertida e interessante!





Breve Comentário sobre o Oscar 2017

1 03 2017

Passado o Oscar (que eu, nesse ano, esqueci completamente de fazer minhas apostas) eu poderia falar dos momentos divertidos (como o pessoal aleatório que fez um tour pelo Kodak Theatre e me arrancou gargalhadas ou os doces caindo de paraquedas), poderia falar do trabalho bem legal do Jimmy Kimmel, poderia falar dos prêmios em si e dos seis Oscars que La La Land levou… e poderia até falar da vergonha definitiva que foi a entrega do Oscar de Melhor Filme, quando um auditor da PWC se perdeu completamente postando fotos no Twitter e entregou o envelope errado a Warren Beatty e Faye Dunaway (que graças a isso viraram alvos de chacota até a explicação oficial vir a público). Mas uma coisa pra mim foi mais revoltante, e exige um breve texto meu por aqui: o Oscar de Melhor Maquiagem para Esquadrão Suicida.

Tá, ok. Os fãs fervorosos da DC podem espernear que o prêmio foi justo, dado o ótimo trabalho de maquiagem com Killer Croc, El Diablo e na minha opinião, principalmente, com a Enchantress (eu adorei o visual da personagem, principalmente no começo do filme).

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Mas vamos lá caras, olha o trabalho de maquiagem de Star Trek. É, indubitavelmente, ANOS-LUZ (HÁ!) superior. E não falo só de qualidade, falo de QUANTIDADE.

Filmes que envolvem outros planetas sempre nos dão maquiagens dignas de nota, e Star Trek tem feito isso com maestria mesmo durante suas diversas séries de TV (vide os Klingons). Mas é nos filmes, com um orçamento mais servido, que eles mostram o trabalho incrível nos personagens.

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Os mesmos fãs fervorosos da DC ficaram “ain, ganhamos um Oscar e a Marvel perdeu com Doutor Estranho”. Mas isso é óbvio: na categoria em que Doutor Estranho disputou ganhou o filme certo (Mogli), ao contrário da categoria em que o Esquadrão concorreu. E na real pra mim fazia mais sentido Doutor Estranho levar na categoria dele do que o Esquadrão.

E pra finalizar: ao menos a Marvel não levou CINCO Framboesas de Ouro uma noite antes, né? (:

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Após o Oscar pt. 3: Mad Max

7 03 2016

Eu queria falar agora, nesse terceiro e último texto sobre o Oscar, sobre o filme que saiu com mais prêmios na noite. Sim, estou falando de Mad Max: Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road).

Como eu já falei sobre o filme aqui e aqui, dessa vez vai ser só um texto curto, comentando sobre as categorias em que o filme levou.

Melhor Montagem

A forma como foi feita a montagem do filme como um todo é fantástica. Desde o início, quando Max está fugindo, até a cena da perseguição final, o filme tem uma linearidade espetacular, fazendo a história de tirar o fôlego o tempo todo!

Mad Max

Melhor Edição e Melhor Mixagem de Som

Com relação às duas categorias que envolvem o som eu devo dizer que, apesar de termos um Star Wars na disputa, Mad Max não poderia perder. As explosões, os potentes motores e tudo o mais que fazem do filme a sensação que foi vão ao extremo da qualidade nesse filme.

Melhor Direção de Arte

Fica até difícil falar algo sobre a direção de arte de Mad Max. Tudo no filme salta aos olhos, principalmente os carros, cada um mais maluco e incrível que o outro, passando pelo caminhão com um enorme conjunto de alto falantes que tem lá uma das grandes sacadas do filme: Coma-Doof Warrior, um cego cabeludo que passa o tempo todo tocando uma guitarra que cospe fogo. O QUE MAIS PRECISO FALAR???

Melhor Maquiagem e Penteados

Aqui eu foco principalmente a maquiagem de Immortan Joe. Ela dá realmente um ar vilanesco e até um tanto macabro ao personagem sem ele precisar abrir a boca (quando ele o faz o kit é completo com aquela voz rouca sinistra).

Mad Max 2

Melhor Figurino

Um banho de qualidade naquela coisa chata de época que costuma levar. As roupas de couro, botas e apetrechos deram ao ar apocalíptico do filme o necessário pra ser crível.