Breves Comentários sobre o Cancelamento de Sense8

2 06 2017

Ontem a Netflix anunciou, repentinamente, o cancelamento de uma de suas séries mais assistidas (ao menos aqui no Brasil, e acho que ESSE é o ponto chave pra se iniciar a discussão), Sense8. Anteriormente The Get Down também havia sido cancelada pelo serviço de streaming (e estúdio nas horas vagas, lançando título atrás de título original nos últimos tempos, entre séries e filmes).

Obviamente os fãs caíram matando contra isso. Entendo a revolta dos fãs, mas só até certo ponto. Colocar isso como um desserviço a certas minorias (em ambos os casos, tanto Sense8 quanto The Get Down) pode até ter lá sua razão, porém o que importa DE VERDADE para a Netflix e seus acionistas é: o quanto de retorno financeiro elas estão dando? Além, claro, de diversos problemas durante a produção das séries, o quanto isso afeta na qualidade ou, novamente, no RETORNO FINANCEIRO a essa galera?

Gente, vamos lá: chega de ver a Netflix como uma pessoa e passem a ver como ela SEMPRE foi: uma empresa de capital aberto. E empresas visam LUCRO, e não apenas likes em redes sociais ou discursos (que em certo âmbito ela REALMENTE o fez, não posso negar). Mas por favor, PAREM DE ACHAR QUE TUDO ISSO É UM COMPLÔ CONTRA AS MINORIAS, NÃO É NADA DISSO!!

Há quem diga que foi absurdo renovarem 13 Reasons Why e cancelarem as outras duas. Provavelmente isso ocorreu porque 13 Reason DEU RETORNO AOS CARAS, enquanto as outras duas encararam problemas que davam mais dores de cabeça do que retorno a eles.

Querem reclamar por terem ficado sem um final digno? Ok, tem meu apoio. Querem partir pro outro lado? Não contem comigo. Desculpem, mas acho que é um exagero brutal isso tudo.

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Um Doran Sem Planos Não É um Doran Feliz

13 06 2016

Em diversas conversas com uma amiga eu sempre toco num ponto sobre Game of Thrones: Doran Martell e o núcleo de Dorne como um todo na série. Spoilers no texto para quem não leu os livros.

Dark Spoilers

Até a luta entre a Víbora Vermelha e a Montanha o núcleo de Dorne vinha tendo um papel dos mais interessantes, incluindo a “incapacidade” de Doran Martell de tomar uma atitude depois da morte de seu irmão Oberyn em Porto Real. Mas quem leu os livros sabe que nada é o que parece, e que Doran na verdade tem um dos estratagemas mais interessantes até o final do quinto livro. Tá certo que ao menos duas partes desse plano falham miseravelmente (a tentativa de coroar Myrcella e a ida de Quentyn para Meereen para tentar casar com Daenerys), mas ainda assim ele TEM UM PLANO para derrubar os Lannister e coroar um Targaryen no lugar, mostrando que os Martell sempre estiveram ao lado dos Dragões mesmo após a queda de Aerys “The Mad King” Targaryen.

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Sonhando com uns planos aqui

Além dos planos de Doran nos livros, há também o fator de sua filha, Arianne Martell, uma das grandes armas dele após os dois planos anteriores fracassarem. Em troca de uma política de “boa vontade” após a morte de Oberyn, Doran indica Nymeria Sand para o pequeno conselho de Tommen Baratheon na vaga que ficou após a morte de seu pai Oberyn. Em suma, Doran tinha uma teia intrincada de planos para acabar com os Lannister e colocar um Targaryen no poder, de preferência com um Martell casado (primeiro com o falecido Viserys e depois com Daenerys).

Mas na série cerca de 100% de tudo isso é jogado fora. Arianne não existe, as Serpentes da Areia são reduzidas apenas às filhas de Ellaria Sand com Oberyn Martell, e com um carisma idêntico ao da Kristen Stewart. Doran em alguns momentos aparenta ter alguma coisa em mente, mas antes de talvez resolver colocar qualquer coisa em prática é assassinado por Ellaria, assim como Areo Hotah e Trysane Martell. Ela também envenena mortalmente Myrcella Baratheon, reduzindo o núcleo de Dorne a meros coadjuvantes de péssimo gosto, jogando todo o carisma de Oberyn no lixo com essas ações.

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ISSO É PELA SUA FALTA DE PLANOS!

Agora fica a pergunta: com Ellaria e suas filhas assumindo o controle de Dorne, como fica o núcleo após o fim dessa sexta temporada? Eu não vejo nada de bom saindo daí mais.





#Kilgravemeobrigou *ou Jessica Jones*

26 11 2015
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Logo da série do Netflix

Jessica Jones, nova série da parceria Marvel/Netflix, chegou ao serviço de stream na última sexta, dia 20. Eu, pela primeira vez, resolvi fazer uma maratona no sentido real da coisa e finalizei a primeira temporada no começo da madrugada do dia 21.

Então, #Kilgravemeobrigou a vir aqui pra escrever algo sobre a série.  Eu não conheço muito bem a personagem, porque só a vi no arco da Guerra Civil, então vou tentar fazer o melhor possível aqui.

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Apenas escreva, ok?

Jessica Jones foi criada pelo conceituado roteirista de quadrinhos Brian Michael Bendis (autor também de Ultimate Homem Aranha, que nos apresentou o ótimo personagem Miles Morales). Ela apareceu primeiramente na série Alias, que após 28 edições foi cancelada, mas a personagem continuou aparecendo em outras publicações da editora.

Partindo pra série, logo no começo já somos apresentados a Jessica Jones (vivida pela atriz Krysten Ritter, de Breaking Bad) e seu trabalho como investigadora particular. Ela é contratada pelos pais de uma jovem desaparecida para tentar encontrá-la, enviados por alguém da delegacia. Conforme o episódio caminha vai-se abrindo o leque para a verdade do caso, e ele está diretamente ligado a Jessica.

Celebrity Sightings In New York City - March 10, 2015

Jessica em ação

Mas se engana quem pensa que a série é simplesmente sobre uma ex-heroína que resolveu virar investigadora particular e os casos que ela se envolve. Nada é tão simples assim. Como já li no Judão, uma semana antes da estreia da série no Netflix, ela trata mais na verdade de abuso, perpetrado pelo vilão Kilgrave (um fantástico David Tennant, o 10º Doutor). Mas o abuso não é apenas físico, é também psicológico. Kilgrave consegue poder total sobre qualquer pessoa, e com Jessica não foi diferente, como a série trata de demonstrar nos flashbacks na personagem.

Aliás, uma coisa realmente interessante é como os personagens são bem equilibrados (fato bem observado por uma amiga), e não apenas os principais. Temos uma gama de personagens muito bem trabalhados no decorrer dos episódios, sejam eles principais como Jessica, Kilgrave e Trish Walker (Rachael Taylor, do filme A Hora da Escuridão) ou secundários, como Will Simpson (Wil Traval, o Xerife de Nothingham de Once Upon a Time), o detetive Clemons (Clarke Peters, de Person of Interest) ou a advogada Jeri Hogarth (vivida pela eterna Trinity de Matrix, Carrie-Anne Moss).

Temos aqui também uma ligação com uma série futura da Netflix. Luke Cage (Mike Colter, Nick Donovan na ótima série The Following) também tem um tipo de superpoder, mas evita ao máximo demonstrá-lo. Ele é dono de um bar em Hell’s Kitchen, e tem um papel importante já aqui em Jessica Jones.

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Luke Cage, só observando.

De um modo geral a Netflix, mais uma vez, acertou em cheio. É uma série mais psicológica do que Demolidor, mas que tem também sua boa quantidade de violência (afinal estamos falando de Hell’s Kitchen). Mas eu coloco Jessica Jones à frente de Demolidor, principalmente pelo vilão incrível que é Kilgrave (e olha que o Wilson Fisk de Vincent D’Onofrio foi arrebatador). Agora é aguardar as próximas jogadas desse duo Netflix/Marvel. Já temos confirmada a segunda temporada de Demolidor, uma primeira de Luke Cage, além de ainda confirmarem a primeira temporada de Punho de Ferro e uma futura série dos Defensores (reunindo essa turma toda).





Vai, teia! *ou Ultimate Spider Man animated series*

10 11 2015

Ultimate Spider Man é uma daquelas séries animadas que são surpreendentes.

Logo da série

Logo da série

Com um tom mais irreverente do que a série dos anos 90, essa retomada do personagem no século XXI tem uma quantidade de acertos incrível eu sua primeira temporada.

A começar pelo próprio Aranha, que lança uma piada a cada oportunidade que lhe aparece (seja ela oportuna ou não). A equipe que é oferecida pela S.H.I.E.L.D. (mais especificamente por Nick Fury) é das mais interessantes, formada por Nova, Punho de Ferro, Power Man (Luke Cage) e Tigresa Branca. As aparições de personagens “maiores” da Marvel atual também tem sido um ponto certeiro. Tivemos Doutor Destino (Victor Von Doom), Homem de Ferro (Tony Stark), Thor, Loki, Wolverine e Doutor Estranho (Stephen Strange). Ah sim, como Peter Parker está na escola Nick Fury resolve colocar alguém da S.H.I.E.L.D. como diretor do colégio. E quem seria melhor do que Phil Coulson? Ninguém, claro!

A equipe juntamente com o Agente Coulson

A equipe juntamente com o Agente Coulson

Outro ponto forte é o cast de dublagem. Existem nomes de peso em suas (até agora) três temporadas, desde os personagens principais até aqueles que aparecem esporadicamente. Temos Drake Bell (da série “Drake e Josh”) dublando Peter Parker/Homem Aranha, J.K. Simmons (J. Jonah Jameson na trilogia do Aranha de Sam Raimi) dublando J. Jonah Jameson (TRAGAM ELE DE VOLTA AOS FILMES PELAMORDEDEUS), Clark Gregg (o Agente Coulson em “Agents of S.H.I.E.L.D.” e na fase um do MCU) dublando o Agente Phil Coulson (HÁ!), Stan Lee dublando Stan (o tio da limpeza no colégio onde Peter e os outros estudam), além de Adrian Pasdar (Nathan Petrelli na série original de “Heroes” e o General Glen Talbot em “Agents of S.H.I.E.L.D.”) dublando Tony Stark/Homem de Ferro, Mark Hamill (o eterno Luke Skywalker) como Armin Zola, Jack Coleman (Noah Bennett em “Heroes”) como Stephen Strange, Terry Crews (o pai do Chris) como Blade, Milo Ventimiglia (Peter Petrelli em “Heroes” e Jason Lennon em “Gotham”) como Homem Aranha Noir e o falecido Michael Clarke Duncan (John Coffey em “À Espera de um Milagre” e o Rei do Crime no filme do “Demolidor”) como Groot. Existem outros nomes, mas esses são os mais chamativos da lista.

Drake Bell, a voz por trás do Spidey

Drake Bell, a voz por trás do Spidey

A primeira temporada mostrou mais o amadurecimento (lento, é verdade) de Peter Parker dentro de uma equipe, também como líder dela e mesmo como herói. Amadurecimento esse que é atingido nos episódios finais, que não vou detalhar aqui pra não atrapalhar quem resolver assistir.

Me assistam, galera!

Me assistam, galera!





For the Watch *ou o fim da quinta temporada de GoT* (ATENÇÃO: SPOILERS)

15 06 2015

Vou fazer um texto com alguns spoilers do final da quinta temporada de Game of Thrones.

Desde os primeiros minutos dele vimos gente morrendo no 10º episódio, “Mother’s Mercy”. Selyse Baratheon se enforca, levada pela tristeza e, creio eu, arrependimento após a morte da filha Shireen. Depois, no ataque a Winterfell, a tropa de Stannis é massacrada pelos Bolton. Stannis então encara uma amargurada Brienne, que ainda sentia ódio pela morte de Renly Baratheon. E é aqui que eu começo a teorizar. Brienne supostamente matou Stannis. Mas isso NÃO É MOSTRADO. Logo após isso, Theon mata Myranda em Winterfell, e ele e Sansa pulam o muro. Há quem diga que ambos morreram. Mais uma vez, nada é mostrado. Em Braavos, Arya Stark mata Meryn Trant. Em Dorne, após embarcar num navio para Porto Real com Jaime e outros, Myrcella é envenenada por Obara Sand. Outra vez, todos a dão como morta, mas novamente NADA É MOSTRADO. E pra finalizar, temos o final do episódio em Castle Black. Jon Snow recebe seis golpes de facas/punhais, sendo o  último dado por Olly direto no peito. Jon Snow cai, sangrando horrores. E aqui é que temos o primeiro e único caso: Jon Snow parece morto, porém algo me diz que NÃO ESTÁ. E não digo isso com base nos livros.

Minha teoria é meio esquisita, mas vamos lá: Melisandre reapareceu DO NADA em Castle Black, pouco antes da noite em que Jon é atacado pelos seus irmãos juramentados. A partir daqui, teorizo: ela queimou Shireen Baratheon, e creio que ALGO nas chamas a alertou de TUDO o que viria: o ataque a tropa de Stannis e também a Jon Snow. Mas ela teria visto algo mais, e aqui entro sim com a teoria do livro: Jon Snow seria o verdadeiro salvador. Muito bem, com essas informações eu vou além: quando alguém morre entre os patrulheiros morre, é queimado (como feito com o Meistre Aemon nessa temporada). Jon Snow, segundo teorias, é um Targaryen. Melisandre e seu deus vermelho R’hllor usam o fogo. Juntando os pontos, em algum momento Jon voltará a vida. Se pelo sangue Targaryen ou pelas mãos de R’hllor, é aí que eu tenho dúvida.

Bom, então no saldo: nem todo mundo que acham que morreu ontem deve estar REALMENTE morto. Pensem nisso.





O Universo Cinematográfico da Marvel *ou minha lista atual da MCU*

13 05 2015

Após assistir a Vingadores: Era de Ultron minha lista da MCU foi atualizada. Vou deixar de fora aqui, por enquanto, Agent Carter (que ainda não assisti). Pelos trailers eu imaginava que ele poderia até mesmo entrar no topo da lista, mas isso não se concretizou. Não, o filme não é ruim. Mas o problema é que os trailers entregaram coisas demais, fazendo o impacto (ao menos pra mim) ser bem menor do que o que se esperava. Sem mais delongas, a lista atualizada!

 

  1. Guardiões da Galáxia Vol. 2
  2. Capitão América: Soldado Invernal
  3. Jessica Jones
  4. Demolidor
  5. Guardiões da Galáxia
  6. Doutor Estranho
  7. Homem-Formiga
  8. Capitão América: Guerra Civil
  9. Vingadores
  10. Homem de Ferro
  11. Capitão América: O Primeiro Vingador
  12. Agents of S.H.I.E.L.D.
  13. Vingadores: Era de Ultron
  14. Homem de Ferro 2
  15. Homem de Ferro 3
  16. Thor
  17. Thor: O Mundo Sombrio
  18. O Incrível Hulk

Agents of S.H.I.E.L.D. eu ainda estou atrasado cerca de oito episódios, então talvez ele possa ainda subir na lista. Capitão América: Soldado Invernal foi um filme que realmente será difícil de ser batido dentro do MCU, e nisso incluo até os vindouros filmes. Demolidor foi o único que chegou ao mesmo nível (algo mais sério, mas não sombrio). Guardiões da Galáxia é algo diferente. É mais galhofa, mas ainda assim extremamente divertido e com uma história bem legal, coisa que imagino será o caminho que Homem Formiga (próximo lançamento) vai tomar. Os dois Vingadores são filmes que eu considero muito próximos. E apesar do tom e da questão da primeira vez que todo mundo lutou junto no primeiro ter um grande impacto, no segundo filme o vilão era mais complexo (alienígenas são tensos, mas um robô com inteligência artificial e com problemas de carência e um pingo de loucura me ganhou nessa). O primeiro Homem de Ferro começou a coisa toda, e é um grande filme de origem. E foi uma catapulta fantástica pro Robert Downey Jr. reerguer sua carreira. Da mesma forma o primeiro Capitão América é um ótimo filme de origem, e que deixa o personagem mais interessante até do que nas HQs. O terceiro Homem de Ferro entregou diversas armaduras ao mesmo tempo, incríveis explosões mas uma história apenas razoável. Thor: O Mundo Sombrio tinha potencial, mas o vilão foi muito fraco. Nesse filme eu ainda assim destaco Loki, sempre excelente. A série Agents of S.H.I.E.L.D. é o retorno à vida do agente Coulson, morto no final do primeiro Vingadores, com uma equipe totalmente nova pra fazer trabalhos de campo da organização comandada por Nick Fury. A primeira temporada se apoiou demais nos filmes, mas a segunda conseguiu caminhar sozinha e trouxe uma melhora visível. Os três últimos da lista (Homem de Ferro 2, Thor e O Incrível Hulk) são filmes legais, mas muito aquém do que foi feito nos outros do estúdio. Thor ainda é bem divertido, mas meio corrido em certos aspectos.

Update 01: Terminei a segunda temporada de Agents of S.H.I.E.L.D., e a série deu uma bela subida na tabela!

Update 02: Assisti Homem-Formiga. Um belo filme, com uma pegada bem parecida com a de Guardiões da Galáxia (um humor despretensioso) com uma pitada de dramas familiares (mas que encaixa perfeitamente com o que o filme quer passar). Já chegou entrando no top 5. Quem caiu foi Era de Ultron, depois de eu pensar por um tempo que o filme realmente não é lá essas coisas.

Uptade 03: Com a terceira temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. rolando e finalizada a primeira temporada de Jessica Jones, Agents ultrapassa Era de Ultron na tabela (a série tem elevado o nível a cada novo episódio), mas não ganha posição graças a chegada de Jessica Jones. E aliás, Jessica Jones já chega entrando no top 3!

Update 04: Ainda não assisti a nova temporada de Demolidor e nem Luke Cage, mas nessa lista já entra Capitão América: Guerra Civil no meio da tabela e algumas mudanças, depois de muito pensar: Thor: O Mundo Sombrio cai e o primeiro Thor sobe.

Update 05: Doutor Estranho é um grande filme, tanto visualmente como no elenco (aqui faço um ode à Benedict Cumberbatch, que se mostrou um Stephen Strange ao nível do Tony Stark de Robert Downey Jr.). Os trailers faziam o filme parecer algo gigantesco, mas o fato de ele não ter atendido a ESSA expectativa me deixou mais animado. O filme foi visualmente o melhor que vi nos últimos tempos (o melhor inclusive desde Avatar) e com um 3D espetacular! Sendo assim ele entra na parte de cima da tabela, diretamente no top 5!

Update 06: Guardiões da Galáxia Vol. 2 chegou como um soco na cara, com seu visual incrível em batalhas no espaço e com uma história cativante sobre família. Parte das críticas disse que o filme exagerou no drama, mas eu acho que foi absolutamente perfeito, enquanto o humor foi elevado à enésima potência! As histórias do encontro de Peter Quill com seu pai Ego, de Yondu Udonta e os Ravagers e o crescimento de certos personagens como Rocket Raccoon são os principais pontos positivos do filme, assim como a excelente dupla que virou Drax e Mantis. Guardiões atropela a concorrência e é o novo líder da lista!