#Kilgravemeobrigou *ou Jessica Jones*

26 11 2015
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Logo da série do Netflix

Jessica Jones, nova série da parceria Marvel/Netflix, chegou ao serviço de stream na última sexta, dia 20. Eu, pela primeira vez, resolvi fazer uma maratona no sentido real da coisa e finalizei a primeira temporada no começo da madrugada do dia 21.

Então, #Kilgravemeobrigou a vir aqui pra escrever algo sobre a série.  Eu não conheço muito bem a personagem, porque só a vi no arco da Guerra Civil, então vou tentar fazer o melhor possível aqui.

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Apenas escreva, ok?

Jessica Jones foi criada pelo conceituado roteirista de quadrinhos Brian Michael Bendis (autor também de Ultimate Homem Aranha, que nos apresentou o ótimo personagem Miles Morales). Ela apareceu primeiramente na série Alias, que após 28 edições foi cancelada, mas a personagem continuou aparecendo em outras publicações da editora.

Partindo pra série, logo no começo já somos apresentados a Jessica Jones (vivida pela atriz Krysten Ritter, de Breaking Bad) e seu trabalho como investigadora particular. Ela é contratada pelos pais de uma jovem desaparecida para tentar encontrá-la, enviados por alguém da delegacia. Conforme o episódio caminha vai-se abrindo o leque para a verdade do caso, e ele está diretamente ligado a Jessica.

Celebrity Sightings In New York City - March 10, 2015

Jessica em ação

Mas se engana quem pensa que a série é simplesmente sobre uma ex-heroína que resolveu virar investigadora particular e os casos que ela se envolve. Nada é tão simples assim. Como já li no Judão, uma semana antes da estreia da série no Netflix, ela trata mais na verdade de abuso, perpetrado pelo vilão Kilgrave (um fantástico David Tennant, o 10º Doutor). Mas o abuso não é apenas físico, é também psicológico. Kilgrave consegue poder total sobre qualquer pessoa, e com Jessica não foi diferente, como a série trata de demonstrar nos flashbacks na personagem.

Aliás, uma coisa realmente interessante é como os personagens são bem equilibrados (fato bem observado por uma amiga), e não apenas os principais. Temos uma gama de personagens muito bem trabalhados no decorrer dos episódios, sejam eles principais como Jessica, Kilgrave e Trish Walker (Rachael Taylor, do filme A Hora da Escuridão) ou secundários, como Will Simpson (Wil Traval, o Xerife de Nothingham de Once Upon a Time), o detetive Clemons (Clarke Peters, de Person of Interest) ou a advogada Jeri Hogarth (vivida pela eterna Trinity de Matrix, Carrie-Anne Moss).

Temos aqui também uma ligação com uma série futura da Netflix. Luke Cage (Mike Colter, Nick Donovan na ótima série The Following) também tem um tipo de superpoder, mas evita ao máximo demonstrá-lo. Ele é dono de um bar em Hell’s Kitchen, e tem um papel importante já aqui em Jessica Jones.

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Luke Cage, só observando.

De um modo geral a Netflix, mais uma vez, acertou em cheio. É uma série mais psicológica do que Demolidor, mas que tem também sua boa quantidade de violência (afinal estamos falando de Hell’s Kitchen). Mas eu coloco Jessica Jones à frente de Demolidor, principalmente pelo vilão incrível que é Kilgrave (e olha que o Wilson Fisk de Vincent D’Onofrio foi arrebatador). Agora é aguardar as próximas jogadas desse duo Netflix/Marvel. Já temos confirmada a segunda temporada de Demolidor, uma primeira de Luke Cage, além de ainda confirmarem a primeira temporada de Punho de Ferro e uma futura série dos Defensores (reunindo essa turma toda).

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