Um Louco nas Estradas *ou Mad Max: Estrada da Fúria*

18 05 2015

Lembro quando foi anunciado o remake de Mad Max (1979). Escolheram Tom Hardy para o papel de Max Rockatansky e o visual pós-apocalíptico de puro deserto seria mantido intacto. Isso era tudo o que eu sabia com certeza até ver o trailer do filme, quando fui assistir a Vingadores: Era de Ultron. Sim, eu estava evitando ver trailers ao máximo. Queria ir ao cinema com a mente praticamente vazia de informações, e estava conseguindo fazer isso. Mas ao ver o trailer a situação mudou. Eu já tinha uma vontade boa de ver o filme, que o trailer potencializou imensamente.

MADNESS

                                                                MADNESS

Durante a semana passada, antes da estreia, uma informação nova veio dos Estados Unidos, que voltou a potencializar a minha vontade (e a de MUITA gente por aí) de ir ao cinema ver o filme: Aaron Clarey, um tipo de ativista pelos direitos dos homens (juro que tô até agora tentando engolir isso) resolveu disparar contra o filme. O motivo: a personagem de Charlize Theron, Imperatriz Furiosa. Segundo Clarey a personagem Furiosa tenta ser mais do que Max, “latindo ordens” ao personagem que dá nome ao filme. “E ninguém late ordens a Max”, também frase de Clarey. Ele se baseia nos TRAILERS para supor isso. Basicamente, um babaca.

Max e Furiosa

                                         Max e Furiosa

Bom, ao ver o filme você resolve pesar as palavras de Clarey. E, como se já não fosse de se imaginar, descobre que é pura besteira. Imperatriz Furiosa é, sim, uma badass de primeira. Mas essa de latir ordens não cola. Ela fica no mesmo nível de Max, ambos personagens com níveis de fodacidade elevadíssimos. Mas a diferença clara entre os dois personagens já tinha sido esclarecida pelos caras do Judão: Max Rockatansky é um cara que não fala muito. Ele age. Ponto. E existe outro detalhe importante aí: Tom Hardy é um ótimo ator, mas Charlize Theron é uma atriz excelente, em minha opinião num nível acima do de Hardy.

A fotografia do filme é esplêndida. O clima desértico chega a te dar sede algumas vezes. Os carros são construções completamente doidas, mas que dá vontade de sair dirigindo um por aí! O maluco da guitarra que cospe fogo é uma loucura que te faz pensar que não precisa mais ir a um show do Slipknot (essa frase foi uma cortesia do amigo Edu, @melts10). E uma coisa interessante: o 3D do filme chega a te fazer pensar se foi ou não gravado em 3D, mas o mesmo Edu me confirmou que é convertido. PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS, a melhor conversão 3D que eu já vi!

Em suma, a experiência de ir ao cinema ver Mad Max foi extremamente válida. Um louvável 10/10!

Anúncios

Ações

Information

One response

7 03 2016
Após o Oscar pt. 3: Mad Max | Meu Lado Cultural

[…] eu já falei sobre o filme aqui e aqui, dessa vez vai ser só um texto curto, comentando sobre as categorias em que o filme […]

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: